VEM PEDALAR

Domingo, 18 de Julho de 2010
pedalada na "quinta"

saí em direcção a sernada com ideia de fazer umas subidas.

 

poucos carros, indicava pouco pessoal a pedalar, possívelmente de férias ou com receio do calor.

a montar a bike estava o rui graça e o amigo felix. iniciámos a pedalada logo com subida, a seguir à ponte de ferro e rumo à casa do guarda, já chegámos bem quentinhos, o calor também já se fazia sentir. sentados a repôr energias um grupo de 5 bttetistas à sombrinha da àrvore que fica mesmo em frente à parede da casa do guarda. fiz o mesmo e aproveitámos para conversar.

 

seguimos até aos cinco caminhos  e fui mostrar a cascata da fílveda, pois nunca tinham pedalado até aquela zona. a placa que indica a cascata, foi vandalizada e tinha desaparecido, muita sujidade no caminho, com papéis no chão. infelizmente as pessoas não sabem ser civilizadas, proteger e usufruir da nossa natureza.  a parede que dá para o parque de dornelas, mais uma vez foi demais para mim, o piso está muito solto e com muito cascalho e pedra, dificultando a progressão, tive de subir a pequena parede a pé, não gostei nada. duma próxima vou conseguir fazê-la.

a subida até ao arestal já não se efectuou, o tempo dispendido na cascata é sempre "demais", faltando depois para se fazer uma volta maior e mais puxadinha. o felix também já não pedalava havia muito tempo e as pernas já não estavam no seu melhor, por isso impunha-se não subir muito mais. retornámos por dornelas até aos cinco caminhos e descemos a abrir até ao gavião, a adrenalina da descida foi ao limite, dando um gozo enorme fazer as curvas a grande velocidade. continuámos até vale maior e junto ao rio até à ponte de ferro de sernada.

 

depois foi a mini fresquinha  no café da estação. foi um bom treino, durinho, com o rui a mostrar uma boa condição física, também a scot rigida de carbono ajuda um bocadinho.

 


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Terça-feira, 13 de Julho de 2010
freita 2010-07-10 / merujal-tebilhão

chegámos ao estacionamento em frente do parque de campismo do merujal, por volta das 9h30, o calor já se fazia sentir, ìa ser um dia bem quente, mesmo assim muita gente preparada para caminhar.

 

 

iniciámos o percurso ligeiramente a descer pelo lado nascente da serra, mostrando-nos arouca do nosso lado esquerdo e a encosta bem verde, com as eólicas lá em cima do lado direito. fomos circundando a aldeia de albergaria da serra, até que subimos ao planalto por alcatrão.

 

 

no planalto da serra, saímos do alcatrão para entrar por um caminho tipo pedreira, que nos levou a atravessar o rio caima, que nasce  na serra da freita, corria apenas uma fina língua de àgua. como não estávamos satisfeitos voltámos para trás pois tinha sido um erro de navegação. agora sim, ligeiramente a subir, foi preciso muita técnica para conseguir ultrapassar aquele mar de pedra a pedalar, não imaginávamos o que nos esperava.

 

por estrada descemos vertiginosamente até tebilhão, onde nos refrescámos e enchemos os sacos com àgua bem fresquinha. com passagem pela igreja, descemos até à aldeia. meia dúzia de casas bem lá no fundo, viver ali não deve ser nada fácil. continuámos a descer por uns carreiros estreitos e empedrados, que deu para divertir, até começarmos a subir para a aldeia de cabreiros, uma comprida e difícil parede.

 

resolvemos comer as sandes que levámos,  na estrada para candal lá encontrámos um cafézinho com uma mesinha de pedra à sombra de uma latada de kiwis. as minis caíram mesmo bem, estávamos ressequidos, a temperatura rondava os 35º. ainda dei a sugestão de irmos a candal e coelheira, mas ninguém teve vontade e retomámos o percurso. a pequena escola de cabreiros mostrava sinais de abandono de alguns anos.

 

de cabreiros começámos a descer para o rio de frades, por um caminho inclinado e empedrado de xisto lascado, que faz parte do pr28. foram cerca de 4 kms a pé, com uma paisagem espectacular, com as encostas da serra a ladearem-nos e no vale uma fina linha ondulada a distinguir-se, os meandros do rio de frades, soberbo.

 

soberbo foram mesmo os mergulhos que demos numa das lagoas do rio, com a àgua corrente a borbulhar,  fez-nos desfrutar de momentos singulares, que ficam retidos na memória.

em bouceguedim começou a grande escalada. já estava à espera da subida de 10 kms, mas não com a dificuldade técnica que esta exigiu. estava-se a 260 metros de altitude e tinhamos de subir muito perto dos 1100 m. foi dura, muito técnica e físicamente extenuante, cheguei ao planalto com as pernas a doer, mas satisfeito por ter conseguido ultrapassar tamanha barreira quase sempre a pedalar, o que nem todos podem

 

 

 dizer o mesmo.

 houve mesmo alguém que fez do passeio de btt, um passeio de caminhada.   

 

 

 

 

 

no planalto seguimos pela estrada até merujal em grande velocidade, cansados e ansiosos por chegar e tomar mais uma mini.

 

infelizmente nem tudo correu pelo melhor, pois o jp teve uma pequena queda e o quadro ao embater numa pedra aguçada, deixou o triângulo trazeiro inutilizado, ao deixar o tubo em forma de v, veremos se a trek ainda terá agum em stock.

 

a voltinha foi bem fixe. foram 55 kms com 1500 m de acumulado ascendente e 60 kms de velocidade máxima, numa zona de paisagem ímpar, onde o contacto com a natureza na sua forma mais pura, cria vontade de regressar rápidamente.

 

 mas, na próxima ida à freita o destino terá de ser drave.

 

 

 

 


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Segunda-feira, 21 de Junho de 2010
serra do ladário - 20-06-2010

mais uma incursão pela espectacular serra do ladário.

 

 eu, o Evaristo e o Pedro Fonseca, saímos de paradela com destino ao alto da serra do ladário, para explorar caminhos novos na parte sul da encosta.  ao contrário da maior parte do ano, a serra encontrava-se muito verde, a aridez caracteristica da serra estava bem dissimulada.

 

 

depois de subirmos até ao posto de vigia, foi hora de comtemplarmos a beleza da serra, comermos a barrita e iniciar a descida. a descida pelo lado sul não tem trilho definido, apenas blocos de pedras pelos quais descemos e vegetação rasteira que dificulta a descida pois oculta a pedra solta e paus acumulados das chuvas de inverno, fomos obrigados a fazer a parte final da descida a pé, mesmo assim deu grande gozo fazer.

 

 

continuámos a descer, até que o trilho deixou de ser trilho, para passar a ser um mar de vegetação densa e silvas, a progressão a pé foi complicada, com os trilhos da outra encosta ali tão perto, foi uma boa meia hora pelo meio do mato e um machete tinha dado grande jeito. finalmente atravessámos o ribeiro que divide as duas encostas, conseguindo chegar ao caminho tão desejado.

 

as pernas e braços mostravam bem as marcas das silvas e tojos, concerteza naquela zona não passa ninguém há anos.

 

circundámos a serra, quer dizer subimos até à srª. da serra, agora sim por caminhos já marcados com fitas que por lá ficaram, seguindo até lameiro longo para descermos os famosos singletracks da zona.

 

esta volta pela serra do ladário, é difícil, é uma volta de puro enduro e não de crosss coutry, nos caminhos impera a pedra, muita pedra e solta, pensava eu que a parte com mais dificuldade estava ultrapassada, mas estava bem enganado.

 

iniciámos a descida dos singles e de facto dá para divertir em algumas zonas, pois noutras em que os drops são muito desnivelados, já não é para mim e para os 90 de curso da minha suspensão. não é de facto o meu terreno favorito, não sou destemido o suficiente para arriscar. em arcozêlo das maias, viemos a abrir pela linha do vale do vouga.

 

foi uma manhã divertida e bem suada, com grau de exigência elevado, tanto técnico como físico.


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Terça-feira, 15 de Junho de 2010
pedricosa 13-06-2010

como faltei aos treinos durante a semana, tinha de desentorpecer as pernas neste domingo.

 

saí de casa cedo (8h), pois cedo tinha de chegar. iniciei a pedalada sem destino e na impossibilidade de ir ao monte, rumei para a pedricosa, é o que se tem de melhor aqui mais perto. já se via alguns ciclistas no passeio domingueiro e transito muito pouco, ainda peinsei em fazer estrada, mas ía ser fastidioso e mesmo penoso pedalar três horas em alcatrão e sózinho.

 

já a entrar na quinta da pedricosa a tendência foi fazer o percurso da rota do bacalhau. claro nos caminhos não havia ninguém, pude impôr um ritmo bom, desfrutando bem mais do percurso do que há uma semana atrás, que foi um pára arranca constante devido ao pessoal menos experiente em trilhos mais técnicos.

 

de realçar positivamente mais uma vez a organização,  pois não encontrei uma única fita referente à rota do bacalhau, completamente limpo, exceptuando as fitas de outros eventos, azuis e vermelhas já meias debotadas pelo tempo. em alguns sítios tive alguma dificuldade em seguir o trilho certo e uma ou outra fita tinha feito jeito, lol.

 

em suma um bom treino, no qual me diverti nos singles e  as energias acumuladas durante a semana foram gastas sem reservas, sentindo no final cansaço nas pernas e satisfação geral por têr suado a camisola.


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Domingo, 6 de Junho de 2010
rota do bacalhau 06-06-2010

a maratona rota do bacalhau proporcionou aos participantes uma manhã de btt com muita diversão e adrenalina.

 

a organização foi simplesmente impecável, não lhes consigo apontar uma falha, tal foi o nível altíssimo, a exigência e rigor levada ao extremo. não é de admirar pois o staff era do melhor, com pessoas que andam nisto há muitos anos, que já participaram em muitos eventos, conhecedores e amantes do btt. fizeram esquecer a deplorável maratona de aveiro que manchou o nome da nossa cidade.

 

marcações irrepreensíveis, mesmo assim fui "enganado duas vezes" por seguir o pessoal e não olhar para as fitas.

cruzamentos sempre com muita gente, houve mesmo uma grande adesão de pessoal voluntário.

zonas perigosas muito bem sinalizadas e sempre com pessoal a chamar a atenção, mesmo assim muitas quedas ou por falta de experiência ou por arriscarem em demasia, o pessoal leva as maratonas muito a sério.

abastecimentos mais que suficientes para este tipo de prova, as laranjinhas caíram que nem ginjas.

muito importante foram os três locais de assistência em sítios estratégicos, prestando os primeiros socorros aos menos afortunados, que o diga o amigo raul, aos dez kms teve uma queda, foi assistido e ainda terminou entre os 60 e de seguida hospital para levar uns pontitos, as melhoras "perigoso".

um final espectacular a passar pelos estreitos corredores entre as casas, mesmo no centro de ílhavo e um circular pelo centro cultural para uma chegada em grande estilo.

água sempre à descrição e no final bica aberta de cerveja bem fresquinha.

banho quentinho e com boas condições, tanto na escola como no pavilhão.

antes do almoço o pessoal foi presenteado com umas entradas de bolos de bacalhau, croquetes e rissóis, claro e cerveja.

o famoso bacalhau do almoço estava mesmo bom, feito no forno com batatinha a murro, salada e gelatina de sobremesa.

classificações já disponíveis online, grande rapidez!

 

como em tudo há sempre um senão. logo no início o trilho afunilava muito ao passar por dentro duma quinta e de seguida por um single junto ao rio, foram minutos de espera para se andar no máximo 1 km, talvez fosse escusado e se estendesse mais pela estrada, o pessoal ía dispersando e não havia confusão nos singles que se seguiram.

 

em suma, foi uma maratona muito bem delineada,  com bons patrocínios com que fez elevar a qualidade da mesma, à qual o pessoal aderiu e mais inscrições haveria se estas não fossem limitadas a 500 participantes.

 

parabéns à organização por ter trabalhado tão bem e deixar o pessoal satisfeito, não é fácil concerteza montar um evento assim, com qualidade ao detalhe.

 

 

 


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Domingo, 30 de Maio de 2010
downill ventoso/ águeda - 30-05-2010

 

finalmente conheci a famosa pista de downill do ventoso perto de águeda.

 

eu e o evaristo saímos de albergaria com o objectivo de chegar ao alfusqueiro, fazendo parte do percurso da maratona de vale do vouga. ao atravessarmos a nacional iniciámos logo com uma descida bem longa e divertida, que nos levou ao caminho que sai junto à  ponte de ferro em sernada.

 

seguimos o trilho normal até à eólica de macida. de salientar negativamente, a primeira subida do caminho da alombada, está alargada e lisa parecendo uma autoestrada,  a descer pouca pica deve dar. junto da eólica foi tempo da barrita e da banana, já estava mesmo a precisar pois tinha comido apenas um iógurte.

 

depois de passarmos o túnel da a25, foi um tal descer vertiginoso até ao vale da bonita aldeia de seixo, descida com muita pedra e rêgos e uns ésses muito engraçados, ao qual o evaristo comentou a parecença com os da fórmula um, lol. mas o que é bom rápidamente se acaba, fomos presenteados com uma bela subida em pedra lisa, tipo calçada, que com tempo molhado deve ser bem escorregadia.

 

entrámos então na subida para a pista de downill, excelente paisagem com as eólicas do caramulo de um lado e as talhadas do outro, devido à névoa não se conseguia ver a ria de aveiro. os trilhos sendo single tracks ou não são todos eles de pedra, muito solta e lascada o que torna as descidas muito perigosas, mas ao mesmo tempo espectaculares.

 

gostei bastante de fazer a descida, cortei-me nos sítios onde senti dificuldades e não arrisquei nos desníveis maiores, pois nunca me senti com segurança, devido ao amortecedor estar muito duro e ter sómente 90 de curso na frente, mesmo assim foi divertido.

 

 parámos na ponte do alfusqueiro para umas fotos para a posteridade,  antes de entrarmos segundo o evaristo na garganta do rio marnel, também desconhecido para mim. é uma zona com muita vegetação, muito sombria, sempre junto ao rio e num sobe e desce com muitas lombas divertidas e rápidas, vimos algumas famílias a usufruir do melhor da natureza. continuámos por valongo do vouga, sernada e subida para albergaria.

 

foi uma manhã excelente de btt, felizmente não houve imprevistos ou quedas, para quem já não respirava o ar da serra há duas semanas, foi um grande tónico para enfrentar a semana de trabalho na boa companhia do evaristo.

 

 

 

 

 


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Terça-feira, 25 de Maio de 2010
rota do bacalhau

neste sábado, a convite do rogério, juntei-me nas piscinas de ilhavo com o pessoal do biclas team.

 

 fizémos o reconhecimento do percurso da rota do bacalhau, , no total eramos dezasseis.  algumas caras conhecidas e sobretudo o amigo david, companheiro do pedal de alguns anos atrás, que já não via há bastante tempo.

 

a rota do bacalhau, passeio com fins solidários, tem na organização pessoal conhecido, que gosta e sabe de btt, esgotou rápidamente as 500 inscrições,  tem tudo para ser um belo dia de competição e confraternização.

 

em relação ao percurso, pode-se dizer que para a maior parte do pessoal do btt da zona, é estar a pedalar no "quintal" pois como o nuno costuma dizer, a recruta foi feita na pedricosa e periferia,  tanta vez por lá passamos. é um percurso que não é nada fácil, tem na primeira metade algumas subidas e uma ou outra parede, trilhos muito técnicos, com raízes, muita areia e rêgos, dificultando a progressão rápida e mesmo as ultrapassagens, muitos single tracks que vão fazer tremer os menos experientes e vão deliciar os mais destemidos com o enorme divertimento que proporcionam.

 

penso que a organização terá atenção aos perigos e concerteza irá  sinalizar adquadamente os pontos criticos, onde poderá levar alguns a cometer excessos. saliento uma vala logo na entrada da pedricosa, com um metro de largura e numa zona de grande velocidade, que só consegue passar uma bike, muito perigoso.

 

a segunda metade é menos técnica e mais plana, havendo estradões para ripar a altas velocidades, hajam pernas.

 

 

 

 


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Segunda-feira, 3 de Maio de 2010
a idade da pedra

foram 110 kms de grande diversão, concentração e ...algum sacrifício.

 

fui para vermoil com algum receio, as voltas domingueiras e os treinos não passam dos 60 kms, daí na mente a martelar: como vai ser a partir dos 80, será que me aguento nas "canetas"? esta dúvida agudizou-se devido à chuva, cheguei mesmo a questionar a minha participação, felizmente deixou-nos, para nunca mais voltar.

 

saímos do campo de futebol de vermoil, talvez mais de 100 bttistas, o grupo foi-se esmiuçando com os prós a dispararem e outros menos prós a deixarem-se levar pela adrenalina, já rolávamos a mais de 30 e para mim era demais, naõ fui em tolices e deixei-os ir, pois o dia ia ser bem longo.

uma subida íngreme originou a reúnião das tropas com a bicla à mão, iniciou-se então a grande aventura pela serra do sicó.

 

o bttralhos disponibilizou um percurso longo, duro e técnico.

 

com os gémeos já quentes da subida apeada, apareceram uns single tracks a descer cheios de pedra escorregadia devido ás chuvas. estava longe de imaginar que os single tracks nos iriam acompanhar até ao final do percurso. pois é, foram singles para todos os gostos, a descer  a subir, com pedra, com muita pedra, com lama, com erva, com vegetação densa que não lembra ao diabo, foi necessário muita destreza e concentração para saltitar de pedra em pedra sem apear ou mesmo sem cair.

 

 

as subidas exigiram muito esforço, devido à pedra e ou gravilha solta, tentei sempre fazê-las e práticamente consegui superar a maior parte.

os estradões também com muita gravilha, não dava para abrir à vontade nas descidas, pois a bike rabeava muito, os 46 de velocidade máxima demonstram bem as dificuldades.

 

as descidas de pedra não faltaram para ajudar na festa, com alguns mais destemidos a esquecerem os travões e a lançarem-se por lá abaixo, sem dó nem piedade, felizmente sem consequência.

 

no rabaçal, eu e o meu parceiro de viagem evaristo, abancámos no restaurante para uma sopinha de legumes, uma chanfana e uma cervejola, que assentou ás mil maravilhas. já bem escorados, seguimos até ansião, tínhamos feitos 70 kms e o track dividía-se, optámos por continuar com o desafio sem atalhanços, desde início esse era o objectivo.

 

de salientar aos 83 kms, numa paragem para comer e que estávamos com o grupo de aveiro (afonso) e com o martinho que já não via  há alguns anos, a hospitalidade dum sr. que nos ofereceu água e que podíamos abastecer ou refrescar sempre que por lá passarmos.

 

a uns 15 kms do final, já sentia que tinha estofo para acabar, deixei de proteger as pernas e comecei a utilizar mudanças mais pesadas. foi com enorme satisfação que cheguei a vermoil (19h15), por ter ultrapassado este enorme desafio, com um nome bem a condizer:

 

a idade da pedra

 

sintetizando, os inúmeros single tracks, a pedra e o sobe e desce constante, foram os grandes companheiros durante todo o percurso, aliado à bela paisagem circundante fizeram um passeio inesquecível e para repetir, que recomendo vivamente.

 

no final, houve banho quentinho e lanche com pizza, sumo e laranjas. para um passeio gratuito é de se tirar o chapéu, nem por vezes em passeios organizados isso acontece, lol.

 

um grande obrigado ao bttralhos por estes mimos e sobretudo pelo dia espectacular que nos proporcionaram, que para mim que já pedalo há alguns anitos, foi o melhor passeio que fiz até hoje. um obrigado também ao companheiro, navegador e fotógrafo evaristo.

 

 

 

 

 

 


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Quarta-feira, 28 de Abril de 2010
a subir também se cai

mais um encontro em sernada para o passeio domingueiro.

 

de gps armado na bike, ao limpar os dados da última volta, limpei também os tracks, lol.  lá partimos para iniciar logo com subida, junto á ponte de ferro, em direcção a mouquim. seguimos por um caminho fechado pela vegetação, braços e pernas todos arranhados, muitas pragas me rogaram e uns nomes feios à mistura, o ardor ajudou a estimular a circulação.

 

continuámos a subir até aos cinco caminhos e descemos até ás minas, com a adrenalina ao rubro. muita pedra solta neste caminho, no qual é necessário o máximo de atenção. de seguida optei por fazer uma variante até à cabreia, por uma espectacular subida de pedra, muito exigente e técnica, que faz parte do percurso pedestre e pouco utilizada pelo pessoal das bikes. esta subida não é para todos, a pedra escorregadia faz com que aconteçam imprevistos, que o diga o rogério que ficou estatelado na minha frente.

 

pois é, a subir também se cai.

 

antes da queda de água mais uma descida perigosa, com a vegetação rasteira a tapar eventuais obstáculos, o pessoal teve de se pôr fino. o regresso foi feito a abrir. o caminho ao longo do rio mau, desde a ponte até à foz deu grande gozo, exigindo alguma perícia para fazer as curvas fechadas com velocidade.

 

no final a mini não faltou, para ajudar na recuperação.  

 

 

 


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Sexta-feira, 23 de Abril de 2010
curva à campeão

aproxima-se os 100 kms no sicó, com 3000 m de acumulado ascendente.

 

depois de um abrandamento nos treinos, retomei com treino puxadinho na terça e na quinta com o rogério cruz. no total rondou as cinco horas e meia de pedal, no qual me senti sempre bem. estou apreensivo em relação às adversidades que iremos encontrar, vamos vêr se as consigo ultrapassar e ter resistência suficiente, estes dois treinos foram um bom indicador.

 

de salientar a boa forma física do rogério, com a sua canyon superligeira, em plano não foi fácil seguir-lhe na roda e nas subidas deixou-me sempre para trás, numa maratona recoheço que me dexaria a milhas, no gozo também lhe disse:

 

-tens uma bike de competição, enquanto a minha é de passeio!

 

de assinalar também mais um espalhanço, em grande parte devido aos pedais serem novos e estarem com muita tensão nas molas, sendo difícil retirar os pés. entrei com velocidade a mais numa curva em cotovêlo, travei para a roda de trás fazer slide, mas foi demasiado e a bike escorregou e fui lamber o chão, nada de anormal só o cromado dum braço esmurrado. 

 

foi uma curva à campeão!...

 

 

 

 


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publicado por bttmais às 11:26
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vem pedalar
só para quem gosta de música!!!!!
só para conhecedores
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